
Não saibas: imagina...Deixa falar o mestre, e devaneia...A velhice é que sabe, e apenas sabeQue o mar não cabeNa poça que a inocência abre na areia. Sonha!Inventa um alfabetoDe ilusões...Um a-bê-cê secretoQue soletres à margem das lições... Voa pela janelaDe encontro a qualquer sol que te sorria!Asas? Não são precisas:Vais ao colo das brisas,
Aias...