Em 2013/2014 a Escola Secundária passou a sede de Agrupamento, agregando a Escola Básica Irene Lisboa, a Escola Básica Constituição e a Escola Básica Bom Pastor.
Dedicou-se à família e aos amigos e soube inserir-se, como cidadã ativa na sociedade do seu tempo, designadamente através dos esforços desenvolvidos em prol da instrução da mulher e da criança
No âmbito de um DAC (Domínio de Autonomia Curricular), os alunos de duas turmas do 5.º ano (5Ac e 5Bc) participaram numa atividade dinamizada pela docente de Educação Musical, Conceição Leite, para assinalar o Dia Mundial do Ambiente.
A iniciativa decorreu na biblioteca escolar e teve como principal objetivo sensibilizar a comunidade educativa para a importância da sustentabilidade e da reutilização de materiais. Para o efeito, os alunos apresentaram os seus "caixafones", instrumentos musicais construídos em sala de aula a partir de materiais reaproveitados, demonstrando criatividade, empenho e consciência ambiental.
Durante a atividade, os participantes interpretaram várias peças musicais e canções, proporcionando um momento de aprendizagem, partilha e expressão artística. A biblioteca transformou-se num espaço de celebração da música e do ambiente, evidenciando o trabalho interdisciplinar desenvolvido no âmbito do DAC.
Esta iniciativa permitiu reforçar valores de cidadania ambiental, promover práticas sustentáveis e valorizar o papel da arte e da música na sensibilização para os desafios ambientais da atualidade.
A convite da professora de Português, Maria João Torrão, e com a entusiástica colaboração da professora de Filosofia, Vera Barbosa, realizou-se, na biblioteca da EBS Carolina Michaëlis, uma sessão de reflexão em torno da perspetiva da arte presente em Memorial do Convento, de José Saramago.
Perante alunos das áreas de Línguas e Humanidades e de Socioeconómicas, a obra foi abordada a partir de um ângulo particularmente inspirador: a música.
Ao longo da comunicação, fomos desafiados a olhar o romance como se de uma composição musical se tratasse — feita de ritmos, pausas, harmonias, contrapontos e vozes que se cruzam entre a pedra do convento e o voo da passarola, entre o peso da História e a leveza da criação humana.
A sessão revelou-se um verdadeiro momento de encontro entre Literatura, Filosofia e Arte, deixando alunos e professores profundamente envolvidos numa reflexão simultaneamente estética, histórica e humana.
No centro do espaço, uma mesa simbólica ajudava a traduzir visualmente o espírito da atividade: a pedra evocava a matéria e o esforço da construção humana; o livro representava a palavra e a criação literária; a caixa de madeira sugeria a estrutura, a memória e a arquitetura do pensamento; a luz, por sua vez, simbolizava o conhecimento, o diálogo e a procura de sentido.
Mais do que uma simples atividade letiva, esta sessão transformou a biblioteca num espaço vivo de pensamento, escuta e partilha — um lugar onde a literatura continua a interpelar o presente e a convocar diferentes formas de compreender o humano.
Porque há obras que permanecem. E há conversas que, tal como a passarola, continuam a voar muito para além do momento em que acontecem.
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Para apreciar a música de Domenico Scarlatti, um excerto (Fandango) - Orquestra Sem Fronteiras com direção de Martim Sousa Tavares (neto de Sophia de Mello Breyner Andresen)
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Pequeno vídeo, a partir do registo de imagens, durante a sessão
No âmbito da Semana da Leitura, subordinada ao tema “Conectando Mundos: Literatura, Arte e Cinema em Diversas Linguagens”, a educadora Susana Monteiro (cega) em serviço na Biblioteca da EB Constituição propôs a realização de uma iniciativa de sensibilização e aprendizagem sobre a deficiência visual, articulando literatura, cidadania e inclusão.
Dirigiu o convite à Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) para colaborar na dinamização de uma sessão dirigida aos alunos da EB Constituição. Nesta sessão, uma das suas associadas - Margarida Campas, cega de nascença, aluna da Escola Superior de Educação, realizou a leitura de uma história em braille, proporcionando aos alunos o contacto direto com uma forma alternativa de leitura e escrita.
A convidada fez-se acompanhar do seu cão guia (Fofinho), permitindo aos alunos compreender melhor o papel destes animais, assim como a sua importância no quotidiano de uma pessoa cega. Como lembrança, entregou a cada aluno uma tira de papel com o respetivo nome, escrito em braille.
Após a leitura, para alunos da turma 2Ac, foram desenvolvidas atividades práticas com uma máquina de escrever braille e um kit Lego braille (material adaptado para pessoas cegas ou com baixa visão) permitindo aos alunos experimentar materiais táteis que promovem a criatividade, a exploração sensorial e a inclusão. Estes materiais permanecerão na EB Constituição durante toda a semana, possibilitando maior oportunidade de os explorar e aprofundar a compreensão do tema.
As crianças do Pré-escolar também tiveram oportunidade de conhecer a tocar o "fofinho".
Esta iniciativa enquadra-se nos objetivos da Semana da Leitura e contribui para:
•promover a diversidade de linguagens;
•reforçar as práticas de inclusão;
•sensibilizar para a deficiência visual;
•desenvolver competências no domínio da Educação para a Cidadania e da Educação Especial.
Considera-se, assim, uma atividade de elevado valor pedagógico, potenciando a construção de uma escola mais inclusiva, consciente e aberta à diversidade humana.
Importa registar que os alunos manifestaram imenso agrado por participarem nas atividades propostas, por tomarem conhecimento da existência de uma forma de escrita diferente e terem tido oportunidade de experienciar a manipulação dos materiais táteis. Mostraram-se muito curiosos e colocaram diversas questões relacionadas com o quotidiano das pessoas cegas.
A concluir, cumpre agradecer à Educadora Susana e à Margarida Campas, em representação da ACAPO, pela dinamização das atividades e pela oportunidade de nos darem a conhecer uma realidade incomum para a maioria das pessoas.
Foi uma tarde muito agradável que proporcionou aos alunos aprendizagens significativas.
Na terça-feira, 24 de março na hora do almoço, decorreu na biblioteca da EB Constituição mais uma sessão de Hora do Conto, para alunos de 1.º ciclo, desta vez dedicada à encantadora história “O Ratinho dos Dentinhos”, que cativou a atenção e a imaginação das crianças presentes.
A atividade proporcionou um momento de partilha e magia, onde os mais pequenos puderam mergulhar no universo do simpático ratinho que, durante a noite, recolhe os dentinhos de leite deixados debaixo da almofada. Ao longo da leitura, as crianças acompanharam com entusiasmo a narrativa, demonstrando curiosidade e participando ativamente na interpretação da história.
Para além do momento lúdico, a sessão teve também uma componente educativa, reforçando a importância dos cuidados de higiene oral, nomeadamente a escovagem diária dos dentes — um hábito essencial que foi abordado de forma leve e envolvente.
Particularmente para aqueles que estão na fase de mudança da dentição de leite, para a definitiva, a iniciativa revelou-se um sucesso, promovendo o gosto pela leitura desde cedo e criando memórias especiais num ambiente acolhedor e participativo.
No final, os sorrisos das crianças confirmaram o impacto positivo desta experiência, que aliou imaginação, aprendizagem e diversão.
No âmbito da Semana da Leitura e assinalando o Dia do Agrupamento, na escola sede do Agrupamento Carolina Michaëlis, de 23 a 27 de março, está patente junto à biblioteca patrimonial_ Salão Nobre, a exposição que assinala o I centenário de nascimento de Mário Soares.
Mário Soares: 100 anos.
Esta exposição circula em itinerância por dezenas de escolas de norte a sul do país, numa ação coordenada pela Fundação Mário Soares e Maria Barroso, em articulação com a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), no âmbito das comemorações do centenário de nascimento de Mário Soares.
Tema Proposto: "Conectando Mundos: Literatura, Arte e Cinema em Diversas Linguagens"
Justificação do Tema:
Este
tema visa integrar diversas formas de expressão artística e literária,
criando um espaço que valoriza a inclusão e a diversidade cultural. Ao
incluir literatura, cinema, teatro e outras artes, o programa proporciona uma
experiência multissensorial e intercultural, permitindo que todos os
alunos, incluindo os de Português Língua não materna (PLNM), participem de forma lúdica e criativa. A
semana pretende ser uma celebração das diferentes linguagens e uma
oportunidade para os alunos aprenderem e se expressarem de maneira
divertida, ao mesmo tempo que refletem sobre temas universais.
Objetivos
1.
Promover a leitura e o gosto pela literatura, utilizando várias formas
de expressão (livros, cinema, teatro, arte), estimulando a curiosidade, a
interpretação e a criatividade dos alunos.
2. Fomentar a
inclusão e a integração dos alunos de PLNM, oferecendo atividades
acessíveis e adaptadas, que permitam que estes alunos explorem a língua
portuguesa de forma divertida e interativa.
3. Valorizar a
diversidade cultural e literária, por meio da leitura de obras que
abordem temas universais e da utilização de atividades que envolvem
múltiplas linguagens (visual, dramática, verbal).
4. Desenvolver
competências cognitivas, sociais e emocionais através de atividades
colaborativas, lúdicas e criativas, promovendo o trabalho em grupo, a
expressão oral e escrita, a reflexão crítica e o respeito pela
diversidade.
Ao longo da Semana decorrem iniciativas, envolvendo a comunidade escolar, com o objetivo de promover a leitura: leitura silenciosa, leitura em voz alta, leitura em braille, ...
Na biblioteca, na sala de aula, em casa, no recreio, contar ou ler histórias são formas de partilhar aventuras e vivências que a todos enriquece.
Os convidados abrilhantam a festa da leitura.
Em prosa ou em verso, tudo será pretexto para ocupar agradavelmente algum espaço de tempo.
As sugestões de leitura disponíveis na biblioteca escolar poderão ser requisitadas para ler fora da escola, durante a interrupção letiva.
A prática frequente da leitura recreativa promove a capacitação cognitiva dos leitores e o desenvolvimento das suas competências emocionais e sociais.
No âmbito do Plano Nacional de Leitura, em parceria com a biblioteca escolar (BE), promove a BE a projeção de filmes, com recurso à plataforma de filmes do Plano Nacional de Cinema (streaming) ou divulgando o fundo documental desta biblioteca, disponível para requisição domiciliária.
Assinalando o Dia Internacional da Mulher (8 de março - domingo) será exibido, na sexta-feira - 6 de março, 14h00, um filme de animação sobre "Marie Curie".
Marie Curie (1867–1934) foi uma física e química nascida na Polónia (então sob domínio do Império Russo), que viria a naturalizar-se francesa e a desenvolver a maior parte da sua carreira científica em Paris. Nascida Maria Skłodowska, destacou-se desde cedo pelo seu talento académico, numa época em que o acesso das mulheres ao ensino superior era muito limitado.
Foi pioneira no estudo da radioatividade — termo que ela própria ajudou a afirmar — e, juntamente com o seu marido, Pierre Curie, descobriu os elementos químicos Polónio (nome escolhido em homenagem à sua terra natal) e Rádio. Pelo seu trabalho inovador, recebeu o Prémio Nobel da Física, partilhado com Pierre Curie e Henri Becquerel. Em 1911, foi distinguida com o Prémio Nobel da Química, tornando-se a primeira pessoa a conquistar dois Prémios Nobel em áreas científicas diferentes.
A sua importância enquanto mulher de ciência é particularmente relevante: foi a primeira mulher a receber um Prémio Nobel e a primeira a leccionar na Universidade de Paris (Sorbonne). Num contexto marcado por fortes desigualdades de género, Marie Curie afirmou-se pelo mérito, rigor e dedicação, abrindo caminho a gerações de mulheres na ciência.
O seu trabalho teve também impacto prático significativo, nomeadamente no desenvolvimento da radioterapia no tratamento do cancro. O seu legado permanece como símbolo de excelência científica, perseverança e luta pela igualdade no meio académico.
«Isto também é comigo!» é uma iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do jornal PÚBLICO, através do projeto de Educação para os Media PÚBLICO na Escola, que pretende dar voz aos alunos e ajudá-los a tomar consciência do que acontece à sua volta. Todos os meses, os jovens são convidados a exprimirem a sua opinião, por escrito, sobre o que mais lhes chamou a atenção no jornal PÚBLICO.
Os textos de opinião são submetidos pela professora bibliotecária, através do preenchimento do formulário disponibilizado pela RBE, até à última sexta-feira de cada mês.
Até à última sexta-feira do mês seguinte à participação dos alunos, será publicado o texto selecionado pelo júri, nas plataformas digitais do PÚBLICO na Escola e da RBE e respetivas redes sociais. REGULAMENTO
Parabéns, Beatriz!
Um “silêncio
imposto pelo medo” levou Beatriz Brandão a falar. Venceu em janeiro. [notícia de
27.02.2026]
Situação na
Venezuela é o tema do texto de opinião da aluna do 11.º ano do Agrupamento de
Escolas Carolina Michaëlis, Porto.
Recorda-se que a docente de Filosofia, Vera Barbosa, promove a participação dos seus alunos nesta iniciativa da RBE, em parceria com a biblioteca escolar. Nesse sentido, também para a professora Vera merecidos Parabéns!
É com muito prazer que a Fundação Jorge Álvares anuncia o lançamento do Concurso Escolar Nacional de Leitura “Vale a Pena Ler!”, destinado a alunos do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário.
Esta iniciativa é uma oportunidade única para estimular o gosto pela leitura, a expressão criativa e a divulgação literária.
O concurso baseia-se nos quatro livros da Coleção “Portugueses no Oriente” (e-Books), da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada —
“Camões no Oriente”
“Encontros na Cidade Proibida”,
“Navio Mistério - A Nau do Trato” e
“Missão Impossível”
— todos editados pela Fundação Jorge Álvares e disponíveis na Biblioteca Digital da Fundação Jorge Álvares, podendo ser descarregados gratuitamente em formato PDF, EPUB ou MOBI.
Os alunos são desafiados a escolher uma das referidas obras e a realizar um trabalho individual, em formato vídeo ou podcast, com duração máxima de 6 minutos, no contexto escolar e com acompanhamento de um(a) professor(a) responsável.
A edição de 2026 está aberta a escolas de Portugal Continental e das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, com submissão digital dos trabalhos através da Biblioteca Digital da Fundação Jorge Álvares. O período de candidaturas decorre entre 15 de março e 23 de abril de 2026, antecedendo a Semana da Leitura e encerrando no Dia Mundial do Livro.
Informamos ainda que a Biblioteca Digital da Fundação Jorge Álvares foi recentemente atualizada, contando agora com nova interface gráfica, reorganização funcional e destaque para novidades editoriais, tornando a plataforma mais clara e dinâmica para alunos e professores.
O novo livro digital “Camões no Oriente”, inserido em dezembro de 2025 na Biblioteca Digital, integra a Coleção do Concurso e permite aos alunos conhecer episódios da vida de Luís de Camões na Índia, Macau e China do século XVI, combinando narrativa de aventura com informação histórica.
Propostas do Plano Nacional de Cinema para a Semana dos Afetos.
À semelhança de anos anteriores, o PNC propõe às escolas celebrar os afetos através de diferentes narrativas cinematográficas. Neste ano vamos conhecer melhor a estética e a emotividade das propostas dos realizadores japoneses Mamoru Hosoda e Makoto Shinkai e mergulhar em temas de afeto e amor, sacrifício e força da natureza, como só o cinema japonês consegue retratar.
Embora seja uma releitura de "A Bela e o Monstro", o filme Belle aborda sentimentos de empatia e afeto, no mundo virtual e no real. A protagonista, Suzu, é uma adolescente em sofrimento pela dor da morte da mãe. No filme, o afeto não é apenas romântico; os sentimentos e o amor pelos outros são as forças que permitem a Suzu encontrar-se superar o luto. Belle é um belo filme de animação sobre essa possibilidade de superar traumas, recuperar a autoestima e melhorar a relação com o mundo através dos afetos.
No filme O Tempo Contigo, o romance, a fantasia e a ligação emocional entre os protagonistas são elementos marcantes. Hodaka é um jovem que vai para Tóquio e aí encontra Hina, uma rapariga que tem o poder de fazer parar a chuva. Hodaka e Hina desenvolvem uma relação emocional e através da sua história aprendemos que os laços humanos e os sentimentos são elementos fundamentais para a sobrevivência de um ser humano.
A partir da próxima sexta-feira, a biblioteca gostaria de expor textos sobre os
afetos.
É apenas um convite para escreveres algo que sintas ou que gostes. Podes usar um pseudónimo.
Se quiseres, participa.
Podes
escrever sobre:
– Alguém importante para ti;
– Um momento que te marcou;
– Algo que gostavas de dizer, mas nunca disseste;
– Uma frase de um livro que te fez sentir ...
Escreve livremente, assina com um pseudónimo
e deposita o teu texto na caixa que se encontra no balcão da biblioteca.
As palavras
também sentem. Partilha as tuas!
Encontram-se expostos na estante "Destaques", à entrada da biblioteca escolar, vários títulos do fundo documental, que poderão ser boas propostas de leitura para te ajudar nessa tarefa.
No âmbito da disciplina de Filosofia, e em colaboração com a nossa
Biblioteca, pois a atividade está integrada no Programa Cientificamente
Provável, uma iniciativa que promove parcerias entre Bibliotecas de
Escolas Básicas e Secundárias e Unidades de Investigação e Bibliotecas
do Ensino Superior, realizou-se no dia 21 de janeiro, no auditório
pequeno da nossa escola, uma conferência subordinada à temática da
Ciência e do trabalho científico.
Orientada para a questão “Em
que sentido os sistemas de Inteligência Artificial podem ser cientistas,
especialistas e ter autoridade epistémica?” e tendo como orador o
professor Domingos Faria, da Faculdade de Letras, da Universidade do
Porto, a conferência centrou-se na problematização do papel da
Inteligência Artificial na Ciência e na procura de conhecimento.
Os
alunos participaram ativamente, colocando questões e discordando várias
vezes da tese defendida pelo orador. Sentiram-se desafiados e
responderam com espírito crítico e com vontade de aprender.
Foi
um encontro de perspetivas e de filosofia aplicada à prática. Apesar de
partir da temática da Ciência, a intervenção do professor Domingos Faria
foi direcionada para um tópico central no mundo de hoje: o papel da IA.
02/02/2026 - 09h05 - Turma 9Ac | Docente de Português: Anabela Ferreira
Uma viagem literária pelo mar português do século
XVI, explorando aventuras, relações comerciais, perigos oceânicos e mistérios
que marcaram a expansão marítima.
Enquadra-se no tema do Clube: percursos, caminhos e viagens — desta vez, o
“caminho” é marítimo.
Nesta edição
do Clube de Leitura, juntamos também o 9.º Ac, que embarca na leitura de O
Navio Mistério: A Nau do Trato. Uma obra que nos leva a navegar pelos mares
da expansão portuguesa, seguindo pistas, enigmas e escolhas que marcaram a vida
dos navegadores e comerciantes do século XVI. Tal como as viagens anteriores,
também esta nos mostra que cada percurso — seja por terra, estrada ou mar —
revela um modo de conhecer o mundo e de nos conhecermos a nós mesmos.
A ideia base
do Clube é: viagens, caminhos e descobertas — e aqui:
No Feiticeiro de Oz, o
caminho é literal e simbólico.
Na Volta ao Mundo na Mota do
Meu Pai, o caminho é geográfico e emocional.
Em Missão Impossível, o
percurso é de investigação e cooperação.
Agora, em O Navio Mistério,
o caminho é marítimo e histórico.
“Com o 9.º
Ac, o Clube atravessa mares de aventura: uma leitura que nos dá a descobrir a
História através de mistérios, viagens e rotas comerciais que unem o passado ao
presente.”
A Iniciativa Educação disponibiliza a história
«Historinha de Natal», de Luísa Ducla Soares. Neste vídeo de apoio à
aprendizagem da leitura, as crianças terão a oportunidade de relacionar a
palavra falada com a palavra escrita, treinando assim a sua precisão,
velocidade e expressividade na leitura. Saber mais
Durante a época natalícia, a Biblioteca Escolar também se encheu de música, alegria e espírito de partilha graças ao entusiasmo e ao empenho de alguns alunos do 2.º ciclo, que foram os verdadeiros protagonistas desta iniciativa. Com as suas vozes, deram vida a canções natalícias preparadas em contexto de sala de aula, proporcionando um momento especial a todos os que passaram pela biblioteca.
A iniciativa resultou da parceria entre a Educação Musical e a Biblioteca Escolar, com o contributo fundamental da docente de Educação Musical, Conceição Leite, responsável pela preparação musical dos alunos.
Aos pais e encarregados de educação, deixamos o testemunho desta atividade, que reflete o envolvimento dos alunos em experiências educativas significativas, valorizadas e apoiadas pelas famílias, e que promovem não só competências artísticas, mas também a confiança, a colaboração e o gosto pela participação na vida da escola.
À comunidade educativa, esta é mais uma prova de que a Biblioteca Escolar é um espaço vivo, dinâmico e aberto, onde o trabalho desenvolvido em sala de aula ganha visibilidade e onde a aprendizagem se faz também através da música, da criatividade e da colaboração.
Neste tempo especial, a Biblioteca Escolar deseja a todos um Natal pleno de afeto, serenidade e esperança, com votos de momentos felizes em família e de um novo ano repleto de aprendizagens, partilhas e sucessos.
A Biblioteca Escolar ganhou novas cores, formas e brilho graças à criatividade e ao empenho dos alunos e professores de Artes Visuais, que elaboraram decorações natalícias para diversos espaços da escola, incluindo as portas de entrada, em vidro, da biblioteca e na entrada principal da escola.
Estes trabalhos contribuíram para transformar os espaços, criando um ambiente mais acolhedor, festivo e característico desta época do ano, que convida toda a comunidade educativa a entrar, observar e sentir o espírito natalício.
Para além de embelezarem a escola, estas decorações dão visibilidade ao trabalho desenvolvido nas aulas de Educação Visual e Artes Visuais, valorizando a expressão artística dos alunos e reforçando a ligação entre a sala de aula e os espaços comuns da escola.
Através desta iniciativa, a biblioteca afirma-se, uma vez mais, como um espaço vivo e aberto à criatividade, onde o contributo dos alunos deixa marca e ajuda a construir um ambiente escolar mais humano, inspirador e cheio de significado nesta quadra especial.
O Natal vive-se nos pequenos gestos que iluminam os espaços e aproximam as pessoas, fazendo com que o espírito de Natal se construa com partilha, criatividade, afetos.
A escola enche-se de luz quando os alunos deixam a sua marca.
O concurso “Escrever é Viver”, promovido pelo Instituto Multimédia, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, chega em 2026 à sua 6.ª edição, voltando a desafiar os jovens do 3.º ciclo do Ensino Básico a escrever e a refletir sobre temas de grande relevância social.
Tema: Cidadania
Objetivos:
Este concurso de escrita tem como objetivos centrais:
Estimular o gosto pela escrita;
Desenvolver o olhar analítico e o espírito crítico dos jovens;
Incentivar a expressão de sentimentos e opiniões;
Valorizar a criatividade.
Quem pode participar:
O concurso está aberto a estudantes do 3.º ciclo, com idades entre 12 e 16 anos, das regiões Norte e Centro do país. A participação pode ser individual ou em pares, não havendo limite para o número de textos submetidos, por participante. A inscrição é obrigatória através de ficha própria.
Prazos e envio dos trabalhos:
Os textos devem ser enviados até ao dia 16 de janeiro de 2026, acompanhados da respetiva ficha de inscrição.
A Biblioteca Escolar promove o atendimento e apoio a distância e disponibiliza recursos de apoio à leitura e literacias.
Aguardamos ideias, sugestões ou dúvidas. Procuramos responder no prazo máximo de 48 horas.
Para contactar a Biblioteca de forma assíncrona ou solicitar o agendamento de uma videoconferência na plataforma Teams do Agrupamento, pode ser usado o formulário abaixo.
Para atendimento síncrono, por videoconferência, solicitar o pedido de agendamento.